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Setor canavieiro participa do lançamento do AgroNordeste em PE

Alexandre Andrade Lima, presidente da AFCP e da Feplana, acompanhou a apresentação do programa do Ministério da Agricultura em Pernambuco  

Na última semana, o diretor-geral do plano do governo federal para o agro do NE, Danilo Forte, detalhou os trabalhos do Programa AgroNordeste que serão realizados em PE. O evento, que ocorreu na Superintendência Federal de Agricultura em Recife, contou com a presença do presidente da Associação dos Fornecedores de Cana do Estado (AFCP), Alexandre Andrade Lima. O dirigente preside a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana). Na ocasião, representou ainda o líder da Organização das Cooperativas do Brasil em Pernambuco (OCB), Malaquias Ancelmo.

A Feplana acompanhou inclusive a ministra Teresa Cristina nas visitas ao NE, meses antes da consolidação do AgroNordeste. Indiciou até sua visita à Pindorama, usina cooperativada em Alagoas. “Estive com a ministra em Petrolina-PE, na Paraíba e em AL, contudo, a Zona da Mata ainda não foi incluída no plano do AgroNE do governo”, constatou Andrade Lima. Ele defende ações estruturais como micro e pequenas barragens construídas na Mata nordestina para evitarem a perda da água do período chuvoso: ao invés de investir em dessalinização, se represasse essa água, evitaria seu desperdício para o mar, otimizando seu uso para fins agropecuários.  

Regras das cotas do etanol importado

No mesmo dia em que era apresentado no Recife o plano do AgroNE, o governo federal publicou a resolução nº 1 do Comitê Executivo de Gestão no Diário Oficial sobre a redefinição da cota de isenção da taxa do etanol importado. A cota de 750 milhões de litros foram mantidos, mas terão de obedecer a entrada com base na safra do Nordeste: 200 mi de agosto/19 a fevereiro/20 – período da safra nordestina; 275 mi de março a maio de 2020; e 275 mi de junho a agosto do mesmo ano. Pela regra, só usinas de etanol poderão importar. Cada uma só pode comercializar até 2,5 milhões de litros. “O ideal era não ter isenção, mas a redefinição da cota pelo governo ajuda na regulação do mercado do NE no período da safra e a remunerar as usinas na entressafra”, avalia Alexandre Andrade Lima, presidente da Feplana e da Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco.   

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