Nesta segunda-feira (10), houve mais uma reunião do Conselho que agrega usineiros e canavieiros (Consecana-PE) onde define a composição do preço da cana no estado. O setor, inclusive, enfrenta uma das maiores crises com a queda acentuada dos preços, provocada sobretudo com o tarifaço dos EUA. No encontro, após várias tentativas anteriores, as entidades do setor do produtor de cana (AFCP e Sindicape) conseguiram alguns acordos para atenuar tal déficit, inclusive com efeitos permanentes para as safras vindouras, como a inclusão do açúcar refinado (diferença do VHP – refinado) e a cota europeia (quando tiver no Consecana).
Além disso, o Sindaçúcar (representante das usinas) também aceitou a proposta do bônus de R$ 5 extra para o produtor que recebe até R$ 23 de bonificação pela cana fornecida. De acordo com o acordado, a fórmula de cálculo será a bonificação adicional subtraído o valor do açúcar refinado (VHP). O VHP de outubro foi de 0,98. Assim: R$ 5 – R$ 0,98 = R$ 4,02.
Fazendo uma simulação para o mês de novembro, no dia desta reunião do Consecana, o VHP era de R$ 2,43. Assim, o bônus extra ficou em R$ 2,57 ao ampliar tal fórmula (R$ 5 – R$ 2,43 = R$ 2,57).
“A nova bonificação já está valendo. Portanto, ela entra no preço do Consecana. Tal bônus extra, porém, não é fixo. Flutua no preço dos açúcares”, diz Alexandre Andrade Lima, que é o presidente da AFCP e membro do Consecana.
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