A interrupção de energia elétrica nas usinas e nos engenhos de Pernambuco, e nem sempre causada pelo uso do fogo irregular nos canaviais perto das redes de alta e baixa tensão, foi debatida pela Usina da Cooperativa dos Fornecedores de Cana (Coaf – Timbaúba) na quinta-feira (19). Os representantes da Chesf, Neoenergia, CPRH e CPRMN estiveram presentes na reunião coordenada pelo diretor da cooperativa, Paulo Tapety.
O dirigente aproveitou ainda para falar sobre a demora para restaurar a energia e a dificuldade de comunicação entre as instituições, inclusive pela falta de aviso sobre desligamento programado. Umas reivindicações foram apresentadas pela Coaf no encontro em busca de soluções a respeito no campo e na unidade fabril.
“Também fomos orientados pela Chesf, Neoenergia, CPRH e CPRMN as formas de minimizar o risco de incêndios em terras de fornecedores de cana onde passam redes de alta e baixa tensão”, diz Paulo. Por sinal, não pode queimar cana embaixo das redes. E faixas de segurança devem ser feitas perto para que o fogo não venha a atingir as redes, evitando o desligamento e transtornos, inclusive multa ao produtor responsável.
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