A temporada da colheita de cana começou em Pernambuco. As usinas estão moendo, a exemplo da Coaf em Timbaúba, Mata Norte. E o produtor precisa fazer a queima da cana controlada, licenciada pelo órgão ambiental. O problema é quando a queima é criminosa, destruindo a plantação, equipamentos, rede elétrica e parte do lucro no campo, além da imagem do setor perante a opinião pública, que não sabe distinguir a criminosa da legal, esta que só gera ganhos socioeconômicos.
A fim de proteger o canavieiro e a imagem do setor, bem como mostrar para o governo do estado a necessidade de ampliar o combate a este tipo de crime, como já começou em parte da Mata Sul pela Polícia Civil (PC), a Associação dos Fornecedores de Cana de PE (AFCP) orienta o produtor para fazer Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima.
O BO pode ser feito por qualquer pessoa ligada à propriedade afetada pelo crime, como pelo gerente, cabo, administrador ou alguém de confiança. Para facilitar o trabalho da polícia, é importante determinar a área atingida pelo fogo e levar várias fotografias.

